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A Divisão de Sensoriamento Remoto tem novo Chefe

Luiz Eduardo Oliveira e Cruz de Aragão é o novo chefe da Divisão de Sensoriamento Remoto. Aragão é graduado em Biociências e Biotecnologia pela Universidade Estadual do Norte Fluminense (1997), possui mestrado em Biociências e Biotecnologia pela Universidade Estadual do Norte Fluminense (2000) e doutorado em ...
publicado: 02/04/2018 17h08 última modificação: 05/04/2018 17h26

Luiz Eduardo Oliveira e Cruz de Aragão é o novo chefe da Divisão de Sensoriamento Remoto.

Aragão é graduado em Biociências e Biotecnologia pela Universidade Estadual do Norte Fluminense (1997), possui mestrado em Biociências e Biotecnologia pela Universidade Estadual do Norte Fluminense (2000) e doutorado em Sensoriamento Remoto pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (2004), com Doutorado Sanduíche na University of Edinburgh, Escócia (2003).

Aragão possui Pós-Doutorado pela University of Oxford (2004-2008) e atualmente coordena o Grupo de Pesquisa TREES (Tropical Ecosystems and Environmental Sciences group) no INPE. Aragão é membro do Comitê Científico do Programa de Grande Escala Biosfera-Atmosfera na Amazônia (LBA) e Coordenador do Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto. Aragão atua como Editor dos periódicos ISPRS Journal of Photogrammetry and Remote Sensing e Philosophical Transactions of the Royal Society, além de revisor para os renomados periódicos: Nature, Science, Proceedings of the National Academy of Science, entre outros.

Recentemente atingiu mais 100 publicações em periódicos internacionais com corpo editorial com mais 4800 citações. Publicou como primeiro autor nos periódicos Science, Nature e Nature Communications. Em 2006 foi agraciado com o premio Merit Award pela Universidade de Oxford, Inglaterra e com a prestigiosa Fellowship do Natural Environment Research Council-UK em 2008. Tem experiência na área de Sensoriamento Remoto aplicado a Ecossistemas Tropicais e ciências ambientais, atuando principalmente nos seguintes temas: dinâmica de carbono, mudanças climáticas e ambientais, ecologia de ecossistemas e paisagem, sensoriamento remoto de distúrbios florestais.

Para aceitar o desafio da Chefia, Aragão diz que temos que "Trabalhar com eficiência com o que temos, além de buscar recursos, aumentar o número de pós-doutorandos, entre outras necessidades".