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PROJETO PRODES
MONITORAMENTO DA FLORESTA AMAZÔNICA BRASILEIRA POR SATÉLITE
Apresentação Geral
Desde 1988, o INPE vem produzindo as Taxas Anuais do
desflorestamento da Amazônia Legal. A partir do ano de 2002, estas estimativas
estão sendo produzidas por classificação digital de imagens seguindo a
"Metodologia Prodes". A principal vantagem deste procedimento
está na precisão do geo-referenciamento dos polígonos de desflorestamento,
de forma a produzir um banco de dados geográfico multitemporal.
A partir dos incrementos de desflorestamento identificados
em cada imagem, as taxas anualizadas são estimadas para a data de 1/agosto
do ano de referência. Os dados tabulares mais
recentes publicados pelo INPE são:
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Dados de entrada 2000-2011: Dados de
entrada usados para o cálculo das estimativas anuais.
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Ano 2001-2002: Taxas de desflorestamento obtidas por classificação de 161 imagens
LANDSAT. A taxa total confirmada pelo
INPE para o período de Agosto de 2001 a Agosto de 2002 é de 21.651 km2.
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Ano 2002-2003: Taxas de desflorestamento obtidas por classificação de 191 imagens
LANDSAT. A taxa total confirmada pelo INPE para o período de Agosto de 2002
a Julho de 2003 é de 25.396 km2.
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Ano
2003-2004: Taxas de desflorestamento obtidas
por classificação de 207 imagens LANDSAT. A taxa total confirmada pelo INPE
para o período de Agosto de 2003 a Julho de 2004 é de 27.772 km2.
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Ano
2004-2005: Taxas de desflorestamento obtidas
por classificação de 211 imagens LANDSAT e de outros satélites quando houver
cobertura de nuvens. Ao usar imagens de mais de um satélite (de datas próximas),
o resultado é composto usando como base o recorte da cena Landsat. A taxa
total confirmada pelo INPE para o período de Agosto de 2004 a Julho de
2005 é de 19.014 km2.
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Ano
2005-2006: Taxas de desflorestamento obtidas
por classificação de 211 imagens LANDSAT e de outros satélites quando houver
cobertura de nuvens. Ao usar imagens de mais de um satélite (de datas próximas),
o resultado é composto usando como base o recorte da cena Landsat. A taxa
total confirmada pelo INPE para o período de Agosto de 2005 a Julho de
2006 é de 14.286 km2.
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Ano
2006-2007: A Taxa de Desflorestamento para 213
imagens LANDSAT e de outros satélites quando houver cobertura de nuvens.
Ao usar imagens de mais de um satélite (de datas próximas), o resultado
é composto usando como base o recorte da cena Landsat. A taxa total confirmada
pelo INPE para o período de Agosto de 2006 a Julho de 2007 é de 11.651
km2.
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Ano
2007-2008: A Taxa de Desflorestamento baseando-se
em 214 imagens LANDSAT e de outros satélites quando houver cobertura de
nuvens. Ao usar imagens de mais de um satélite (de datas próximas), o resultado
é composto usando como base o recorte da cena Landsat. A taxa total confirmada
pelo INPE para o período de Agosto de 2007 a Julho de 2008 é de 12.911
km2.
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Ano
2008-2009: A Taxa de Desflorestamento baseando-se
em 213 imagens LANDSAT e de outros satélites quando houver cobertura de
nuvens. Ao usar imagens de mais de um satélite (de datas próximas), o resultado
é composto usando como base o recorte da cena Landsat. A taxa total confirmada
pelo INPE para o período de Agosto de 2008 a Julho de 2009 é de 7.464 km2.
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Ano
2009-2010: A Taxa de Desflorestamento
baseando-se em 213 imagens LANDSAT e de outros satélites quando houver cobertura
de nuvens. Ao usar imagens de mais de um satélite (de datas próximas),
o resultado é composto usando como base o recorte da cena Landsat. A taxa
total confirmada pelo INPE para o período de Agosto de 2009 a Julho de 2010 é de
7.000 km2.
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Ano
2010-2011: A Taxa Estimada de Desflorestamento
baseando-se em 97 imagens LANDSAT e de outros satélites quando houver cobertura
de nuvens. Ao usar imagens de mais de um satélite (de datas próximas),
o resultado é composto usando como base o recorte da cena Landsat. A taxa
estimada pelo INPE, calculada para o período de Agosto de 2010 a Julho de 2011, é de
6.238 km2. A taxa consolidada final deverá estar disponível em abril de 2012
A descrição dos dados tabulares e a metodologia
usada para o cálculo das taxas a partir de 2002 estão descritas na Metodologia PRODES.
Além dos dados tabulares, também estão disponiveis à comunidade brasileira
os resultados do PRODES digital na forma de mapas vetoriais e imagens de
satelite utilizadas, em formato compatível com a maioria dos sistema de
informações geográficas de mercado. Acesso pelo link abaixo:
Acesso ao banco de dados PRODES.
O projeto PRODES conta com a colaboração do Ministério do Meio Ambiente
e do IBAMA, e é financiado
pelo MCT, através da
Ação "Monitoramento Ambiental da Amazônia". Veja ainda a Apresentação Geral em Slides do PRODES
Os mapas e dados disponíveis
neste sítio são copirraite do INPE/MCT. É permitido seu uso para estudos
e análises científicas e políticas públicas, desde que mencionada a fonte.
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Qualquer problema, dúvida ou
sugestão, por favor entre em contato: prodes@dpi.inpe.br
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